O poder autocrata do Banco de Portugal começa a abrir fendas com as informações divulgadas sobre os imensos escândalos escondidos nº 55, da Avenida Almirante Reis, em Lisboa.
Discussões internas, demissões e desunião entre os titulares de cargos de primeira linha, fazem estremecer as suas, aparentemente inabaláveis, estruturas.
O Banco de Portugal é uma autarquia autónoma e praticamente independente.